A Vila dos Gatos é uma iniciativa comunitária de proteção animal localizada no Bairro Jardim Itapuâ em Rio Claro (SP). O projeto oferece abrigo, alimentação, cuidados de castração para gatos abandonados, mantendo um espeço estruturado com higienização diária, graças ao trabalho voluntário dos moradores locais. Uma ideia a ser seguida.
Algumas situações podem estressar seu pet. Veja algumas e como agir.
FOGOS, CHUVAS E TROVÃO- ninguém gosta de barulhos imprevisíveis, nem humanos e nem pets. A melhor forma de acostumá-los é usar a tecnologia a seu favor. Há plataformas nos streamings que simulam esses barulhos, comece tocando baixinho e depois vai aumentando aos poucos até o pet se acostumar. Associe com momentos de positivos, como na hora a refeição ou de brincar.
VIAGENS DE CARRO OU AVIÃO- acostume o pet aos poucos com trajetos pequenos, no caso de carros e vai dando brinquedos para ele se familiarizar com o banco de trás. No caso de avião, deixe a bolsa de transporte a vista com petiscos e brinquedos dentro dela, para ele se sentir mais seguro e associar a algo positivo.
SEPARAÇÃO- se seu pet esta arranhando os móveis ou latindo muito quando você sai, ele esta pedindo ajuda. Antes de sair dedique um pouco de tempo para ele, como brincar ou passear, assim alivia a tensão. Quando sair deixe um brinquedo ou algo para ele roer, assim ele se mantem ocupado.
MUDANÇA DE CASA- os gatos são apegados ao seu território e podem até se incomodar com uma parede pintada se não tiver o cheiro dele. Hamisters mostram desconforto com lugares novos. O ideal é fazer uma transição gradual, misturando coisas velhas no lugar novo. Use brinquedos para criar memórias.
NOVO PET- é normal que se sinta incomodado, seja pela mudança de rotina ou atenção dos tutores. Se possível inicie uma socialização em um lugar neutro, como passeios na rua ou creche. Vá aos poucos, apresente primeiro o cheiro do animal novo com associações positivas como petiscos e brinquedos, assim vai criando uma relação amigável.
DIAS E NOITES FORA DE CASA- adaptar o pet a hotelzinho ou creche deve ser feita aos poucos e com paciência. Primeiro leve-o para conhecer o ambiente, depois aumente mais o tempo de permanência até ele se sentir confortável e até dormir no local. Leve junto uma roupa do tutor para que ele tenha o cheiro da casa, isso traz conforto e segurança.
BEBÊ- sons desconhecidos, mudança de rotina de sono, atenção dos tutores, isso altera a dinâmica da casa. Comece a adaptação durante a gestação com treinos a associações positivas. Apresente o quarto do bebê, acostume o pet com sons do carrinho e choro, combinados com petiscos e brinquedos para fazer essas experiências agradáveis.
VETERINÁRIO- cheiros diferentes, manipulações e desconforto trazem lembranças difíceis. Uma opção é levá-lo ao ambiente mesmo sem precisar de consultas e no atendimento seja dado um petisco ou um mimo. Acostume o animal a toque físicos, simulando o que poderá enfrentar lá.
BANHO- agua, cheiros, vento do soprador, tudo isso é muito desconfortável. procure habituá-lo nessa rotina, ligando o secador em outro cômodo para uma associação positiva. Os gatos fazem higiene sozinhos, por isso a frequência de banho pode ser menor, mas você pode acostumá-lo com uma agua morna desde cedo.
ANIMAIS NO MESMO LAR- o sucesso de pets interagindo junto vai depender de vários fatores como idade, temperamento e experiências anteriores de cada um. Se há um adulto e vem um filhote, lembre que ambos tem níveis de energia diferentes. Faça a apresentação aos poucos com reforços positivos.
INTERAÇÃO COM ANIMAIS NA RUA- respeite o limite de seu animal. Observe sinais de desconforto como virar a cabeça, lamber o focinho, ficar paralisado ou arrepiar-se, nesse caso o afaste antes que ele lata ou rosne. Lembre nem todo pet esta pronto para se socializar. Se houver dificuldade busque um treinamento adequado.
DESCONHECIDOS- estranhos podem intimidar cães e gatos. podendo fazer eles reagirem de forma agressiva. Tenha um lugar seguro quando vier visitas, ate lugar de fuga no caso dos gatos, e associe a chagada com experiências agradáveis. Oriente as pessoas a respeitarem o espaço do animal evitando contato direto ou aproximação forçada.
OBJETOS E MOVEIS NOVOS- gatos costumam ter rotina e esconderijos estabelecidos, já os cães idosos sentem mais as mudanças por causa da sensibilidade física. Faça alterações no ambiente aos poucos. No caso dos gatos o catnip ajuda. Já para os cães idosos garanta que o espaço esteja adequado com boa circulação e segurança para evitar acidentes.
A medida que os pets envelhecem , mudanças são observadas, olfato e audição mais fracos, visão prejudicada e a energia para brincadeiras diminui. Essas transformações podem afetá-los, os deixando confusos, podem esquecer rotinas das quais estavam acostumados, e com isso podem ficar desorientados e ansiosos. O que fazer:
ROTINA- é necessário manter uma rotina consistente. Mudanças pequenas como, mudar moveis de lugar, ruídos diferentes, e até alterações na atividade do tutor, servem de gatilho para deixá-los ansiosos. Como não conseguimos controlar tudo, mantenha horários de passeio e alimentação certos.
CASA- Como avanço da idade ou a algum problema de saúde, os cães podem perder o vigor e a mobilidade. Mas não significa que vão ficar ociosos. Por isso manter estímulos físicos e mental é fundamental para o bem estar dele até para regressão de algumas limitações. Reforce comandos simples, mas sempre respeitando seu ritmo. Brincadeiras leves, como esconder petiscos, são boas para ativar a mente e o vínculo com os humanos. Já os gatos, se não conseguem pular no alto como antes, precisam de estímulos físicos, que poderá ser feito adaptando o ambiente com Arranhadores e prateleiras mais baixas.
APOIO EMOCIONAL- As transformações físicas podem deixar os pets mais ansiosos e inseguros, até mesmo deprimidos, especialmente os cães e gatos que são espécies sociáveis e muito ligados as pessoas. Então fiquem atentos a modificação de humor e comportamento, como perda de apetite ou isolamento exagerado. Em caso de duvida consulte um veterinário para ver se existem algum sofrimento emociaonla.
A TV COLOSSO foi um programa infantil feito por cachorros. Eles eram bonecas manipulados manualmente e eletronicamente. Era composto por 28 fantoches. A ideia era mostrar os cachorros em um ambiente televisivo, indo do presidente até ao office boy. A linguagem era ágil e o humor prevalecia. Alguns personagens faziam referência a programas de televisão. O cachorro Jaca Paladium, no quadro Acredite se Quiser, imitava o ator Jack Palance no programa de mesmo nome. Thundedog do Clip-Cão, tinha os trejeitos de Thunderbird. O telejornal TV Colosso era uma referencia ao Jornal Nacional. A personagem principal era Priscila uma Sheep Dog. Outros personagens também se desatacaram como, JF e seu assistente Capachão, o faz tudo Gilmar, a dupla Provolone e Parmesão, cães de raça Shar Pei que eram humoristas. Também destacaram Janjão e Binho, que eram sonoplastas. Também fizeram parte do elenco um galo, uma galinha e uma gata. Eles funcionavam como uma televisão real.
Os cães dormem em média de 12 a 14 horas por dias quando adultos. Essa quantidade varia dependendo da idade, do porte e do nível de atividade do animal. Os cachorros possuem ciclo de sono curtos (entre 20 a 30 minutos) e alternam entre o descanso livre e o sono profundo.
O sono é fundamental para a recuperação física, fortalecimento do sistema imunológico e principalmente para memória e equilíbrio emocional. Durante a fase REM (eles costumam mexer as patas e ganir), os cães processam o que aprenderam durante o dia.
Bate aquele soninho e é só achar um cantinho e deitar. Além disso os cães são otimistas. Vamos aprender com eles a sermos também.
Tempo de sono por fase da vida
Influência do porte e raça
O tamanho do cachorro também dita quanto ele precisa descansar:
Porte Grande: Raças maiores, como Mastins e Golden Retrievers, gastam mais energia para se movimentar e podem precisar de 14 a 18 horas de sono.